
Um ponto de tráfico foi desarticulado e o chefe do esquema preso por uma operação coordenada pela 2ª Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), vinculada à Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).
A ação ocorreu no bairro Algodoal, em Piracicaba, na terça-feira (28). Ela se trata do desfecho de uma investigação prévia e mobilizou diversas unidades especializadas para o cumprimento simultâneo de 11 mandados de busca e apreensão.
A operação
Com o suporte estratégico de equipes da 1ª DIG (Delegacia de Investigações Gerais), 3ª DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) e do GOE (Grupo de Operações Especiais), os agentes cercaram múltiplos endereços ligados à organização criminosa. A estratégia de cumprimento simultâneo visou impedir a fuga de suspeitos e a destruição de provas.
Durante a operação, dois homens foram presos em flagrante. Entre eles, um jovem de 23 anos conhecido pelo apelido de “Nildo”, que as investigações apontam como o atual líder do ponto de venda de entorpecentes no bairro. Com ele e um comparsa de 27 anos, os policiais localizaram porções de crack e maconha prontas para a comercialização.
Fornecedor e indiciados
Um terceiro indivíduo, de 29 anos, suspeito de atuar como fornecedor de drogas brutas para o local, foi conduzido à delegacia especializada. Com ele, os investigadores apreenderam R$ 1.665,00 em notas trocadas, indício característico da movimentação financeira do tráfico.
Além das prisões em flagrante, a Polícia Civil obteve sucesso na identificação de outros sete suspeitos envolvidos na rede criminosa. Todos foram devidamente indiciados pelo crime de associação ao tráfico, elevando o impacto da operação sobre a estrutura logística do grupo.
Balanço das apreensões
Todo o material recolhido foi encaminhado à sede da Deic para perícia. Entre as drogas, estavam pedras brutas de crack, além de pedaços e porções fracionadas de maconha. Um total de R$ 1.899,00 em espécie foi encontrado junto a três aparelhos celulares e material plástico utilizado para o embalo dos entorpecentes.
Diante das prisões em flagrante, os detidos permanecem à disposição da Justiça e responderão pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.





