terça-feira, 8 setembro 2026

Candidatos condenam crime e atribuem violência a Bolsonaro

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes qualificou a ocorrência como “guerra fratricida e polarização odienta”

POSIÇÃO | Ciro Gomes criticou “guerra fratricida”

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, atribuiu o crime de homicídio registrado em Confresa (MT) ao que chamou de “guerra fratricida e polarização odienta”. Rafael de Oliveira, 24, foi preso nesta sexta-feira (9) após ter confessado matar a facadas o colega de trabalho Benedito Cardoso dos Santos, 44, depois de uma discussão política. 

“Mais uma vítima da guerra fratricida, semeada por uma polarização irracional e odienta que pode inundar de sangue o nosso solo. Abaixo a violência política. O Brasil quer paz”, escreveu Ciro em sua página no Twitter. 

A senadora e candidata à presidência da República Simone Tebet (MDB) responsabilizou Bolsonaro pelos casos de violência política, argumentando que ele “estimula o ódio”. A emedebista também pediu que o chefe do Executivo “dê um basta nisso”. 

“Este não é o Brasil que queremos, este não é o Brasil que podemos aceitar. O Brasil é um país de paz, quer paz, quer união, especialmente na área da política. A política não é isso. Política é a arte de realizar sonhos das pessoas”, afirmou a candidata, durante agenda no interior paulista. 

A candidata à Presidência pela União Brasil, Soraya Thronicke, afirmou que o Brasil está regredindo de mãos dadas com a barbárie. O comentário foi postado em uma rede social.

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