Sábado, 25 Junho 2022

EUA fazem acordo para comprar 100 milhões de doses de possível vacina contra o coronavírus

EUA fazem acordo para comprar 100 milhões de doses de possível vacina contra o coronavírus

Os Estados Unidos fecharam um acordo para pagar US$ 1,95 bilhão (R$ 9,97 bilhões) por futuras 100 milhões de doses de uma potencial vacina contra o co

Os Estados Unidos fecharam um acordo para pagar US$ 1,95 bilhão (R$ 9,97 bilhões) por futuras 100 milhões de doses de uma potencial vacina contra o coronavírus, que está sendo desenvolvida pelos laboratórios Pfizer e BioNTech, anunciaram ambas as empresas nesta quarta-feira (22). 


"O governo dos EUA fez um pedido inicial de 100 milhões de doses e pode comprar até 500 milhões de doses adicionais", afirmaram as duas empresas. A Pfizer é americana e a BioNTech, alemã. 

Os laboratórios não receberão o dinheiro até que a vacina seja aprovada nos testes clínicos, que devem envolver até 30 mil pessoas e devem começar até o final de julho. 

Assim, a aprovação poderia ser obtida em outubro, caso os testes finais sejam bem-sucedidos. Só depois disso seria feita a entrega. 

O objetivo dos laboratórios é fabricar 100 milhões de doses antes do fim de 2020 e provavelmente mais de 1,3 bilhão de unidades até o fim de 2021. 

Não está claro se os Estados Unidos receberão todas as primeiras doses a serem fabricadas, nem se a produção total poderá ser ampliada até o fim do ano. 

A vacina precisaria ser aplicada em duas doses. Assim, o lote de 100 milhões permitiria imunizar 50 milhões de pessoas, o que equivale a um sexto do total de habitantes dos EUA (328 milhões). O acordo indica o preço de US$ 39 (R$ 200) por duas doses. 

Essa é uma das iniciativas mais avançadas entre as 150 vacinas que estão sendo desenvolvidas contra a Covid-19 pelo mundo. 

Ela utiliza um mensageiro químico de RNA (mRNA) para instruir as células a produzir proteínas que imitam aquelas encontradas na superfície do coronavírus, o que leva o sistema imunológico a reconhecê-las como um inimigo e criar anticorpos. 

Esses anticorpos irão conter uma invasão real do coronavírus, tornando a pessoa imune. No entanto, embora a tecnologia mRNA seja conhecida há alguns anos, até hoje nenhuma vacina que a utilize foi aprovada.  

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://tododia.com.br/