
Centenas de pessoas tomaram o trecho especialmente interditado da Avenida Antônio Pinto Duarte, altura do Campo Limpo, na tarde e noite de sábado (19), para o 10º Festival de Rolimã & ExpoCarros de Americana.
Considerado o “festival mais nostálgico” da cidade, o evento na região conhecida como Três Pistas teve muita velocidade e diversão, além de entrada gratuita e participação livre.
Além dos tradicionais carrinhos de rolimã, muitos deles devidamente personalizados, o encontro reuniu ainda exposição de carros, Corrida Kids (para crianças de oito a 12 anos), espaço kids, food trucks, artesanato, estandes automotivos, venda de artigos para a confecção de carrinhos de rolimã e sorteios.
Organizadores promovem também o Circuito de Rolimã
Quem falou sobre o evento foi o organizador Gago, do grupo Kamikaze Rolimã Americana. “(Esta é a) 10ª edição do Festival de Carrinho de Rolimã e Exposição de Carros. Lembrando que é o maior evento festival de Rolimã do Brasil. 10ª edição em Americana, estamos muito felizes, lotados, o público participou”, afirmou.
Ele lembrou de outro evento realizado pelo mesmo grupo, o “Circuito de Rolimã”. “E além do festival que acontece aqui na Avenida Antônio Pinto do Arte todos os anos, nós temos também o Circuito de Rolimã Americanense, que a gente descentraliza. Vai para os bairros, dá o acesso para todo mundo. Carrinho de graça, a vontade. Todo mundo brinca. Ninguém fica sem andar de rolimã em Americana. Para quem quiser seguir-nos, vamos lá: @kamikazerolima (de) Americana”, completou Gago.
Evento reuniu “corredores” de outras cidades da região
O evento reuniu participantes de Americana e de várias cidades da região, proporcionando diversão para todas as idades.
A programação transformou a tradicional brincadeira em atração para crianças e adultos que acompanharam as descidas, que contaram com “veículos” de diferentes formatos e estilos – dos mais básicos, de madeira, aos mais sofisticados, voltados para a velocidade pura.
O 10º Festival de Rolimã & ExpoCarros de Americana chamou a atenção também pela criatividade dos participantes. Entre os modelos inusitados, teve até uma “Kombizinha” iluminada com LEDs, que encarou a descida com desenvoltura e chamou a atenção de quem estava no local.

Entusiasta defende retomada de antigas brincadeiras
E o público que desceu a avenida nos velozes carrinhos com rodas de aço, sempre de capacete e calçados fechados, como mandam as regras da brincadeira segura, também adorou o evento.
Para subir cansa, viu. Mas é bom que perde uns quilos, perde umas calorias. Faz bem pra saúde. Maior adrenalina, viu. Descer e subir isso aqui não tem preço, cara. Criançada brincando, os filhos. É tão bom ver a família brincando, todo mundo aí se divertindo. Não tem preço que pague”, afirmou Rodrigo, um entusiasta do esporte.
Para ele, que montou o próprio carrinho, brincadeiras tradicionais como o rolimã precisam ser resgatadas e apresentadas às crianças de hoje.
“Para descer é uma delícia, só suave, né? Agora, para subir, aja fôlego, ainda bem que o organismo está adaptado. (Mas) vale a pena. Todo evento vale a pena subir e descer. É muito bom. É a mesma (emoção de criança), a diferença agora é que a gente cresceu e continua brincando tendo a mesma essência de criança que a gente tinha na nossa época. Essa geração nova precisa conhecer isso daqui, precisa sair um pouco da tela do celular e desfrutar dessas coisas que a gente desfrutou na nossa infância”, completou Rodrigo.





