segunda-feira, 27 abril 2026
LEVE MELHORA

Pronto-socorro da PUC-Campinas segue superlotado e opera com 290% da capacidade

Unidade continua sem receber novos pacientes pelo SUS e mantém atendimento acima do limite nesta segunda-feira (27)
Por
Guilherme Pierangeli
Hospital recomenda que pacientes busquem outras unidades. Foto: Guilherme Pierangeli/TV TODODIA (Arquivo)

O Pronto-Socorro Adulto do Hospital PUC-Campinas permanece em situação de superlotação e opera, nesta segunda-feira (27), com cerca de 290% da capacidade instalada. A unidade segue sem receber novos encaminhamentos pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

De acordo com atualização divulgada pelo hospital, o setor contabiliza 58 pacientes em atendimento. Desse total, 13 necessitam de cuidados intensivos, enquanto 33 estão acomodados em macas nos corredores, à espera de assistência ou transferência.

Situação já era crítica desde sexta-feira
O cenário atual representa uma leve redução em relação ao registrado na noite de sexta-feira (25), quando o pronto-socorro chegou a operar com cerca de 350% da capacidade, conforme informado pela própria instituição em reportagem publicada no sábado (26).

Na ocasião, o hospital já havia suspendido o recebimento de novos pacientes via regulação municipal, diante do volume elevado de atendimentos e da limitação estrutural da unidade.

Histórico recente de superlotação
Casos de superlotação no pronto-socorro da PUC-Campinas não são isolados. Em março a unidade já enfrentou ao menos outro episódio semelhante, com ocupação acima do limite e restrição temporária no atendimento de novos pacientes pelo SUS. O problema também aconteceu em maio do ano passado.

A recorrência dessas situações tem sido associada à alta demanda na rede pública de saúde da região, especialmente em períodos de maior procura por atendimento de urgência.

Orientação para pacientes
Diante do cenário, o hospital reforça o pedido para que a regulação municipal direcione novos casos a outras unidades de saúde.

A instituição também orienta que a população procure serviços alternativos sempre que possível, como forma de reduzir a sobrecarga e garantir condições adequadas de atendimento aos pacientes em estado mais grave.

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