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Obra interliga Corredor Metropolitano à SP-101

A Cetesb concedeu licença ambiental para a EMTU realizar as obras

As obras no Corredor Metropolitano, em Hortolândia, vão avançar da Avenida Antônio da Costa Santos, no Jardim Nova América, para o Parque Perón, até o quilômetro 5 da Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101) – ligação entre Campinas, Hortolândia e Monte Mor. 

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A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) concedeu licença ambiental para a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) realizar as obras neste trecho. O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado, na última quinta-feira (4). 

A licença ambiental concedida pela Cetesb, com validade de seis anos, permite a realização das obras das duas alças de acesso à SP-101, sobre a ferrovia, a Estação Transferência Peron, a Parada Rosolen, cinco estações de embarque e desembarque (Conjunto Habitacional, Panaino, Novo Ângulo, Nova América e Ataliba Nogueira). 

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No trecho do corredor, na Avenida Olívio Franceschini, já operam a Estação de Transferência Pinheiros e as Paradas Parque Ortolândia, Remanso Campineiro, Parque Gabriel e Emancipação. 

A obra do Corredor Metropolitano, sentido Jardim Novo Ângulo, viabiliza o tráfego de veículos pela Ponte da Esperança (estaiada), construída pela prefeitura para integrar as regiões Leste (Jd. Novo Ângulo) e Oeste (Jd. Amanda) da cidade. 

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A partir do Jd. Nova América, o traçado do Corredor segue pelo Parque Peron e pelo bairro Chácaras Nova Boa Vista, até o km 5 da SP-101, onde a concessionária Rodovias do Tietê implantará um dispositivo de acesso ao corredor expresso e à Ponte da Esperança. Quando todas as etapas estiverem prontas, o Corredor Metropolitano proporcionará a ligação viária de Americana até Campinas. 

O Estado investe R$ 58,2 milhões nas obras em Hortolândia, que incluem a interligação da Avenida Olívio Franceschini com a ponte; o viário da ponte até a SP-101, com duas alças de acesso do Corredor à rodovia, nos sentidos Monte Mor e Campinas; duas estações de transferência nos bairros Peron e Rosolen; cinco estações de embarque e desembarque; além de um CCO (Centro de Controle Operacional), na Avenida Olívio Franceschini; e de um viaduto na SP-101, na altura do Jardim Rosolen. 

Atualmente, a EMTU continua o trabalho na Avenida Antônio da Costa Santos com a instalação dos abrigos nas paradas de ônibus e a sinalização de trânsito na via. Ruas que fazem cruzamento com a avenida já receberam sinalização e a instalação de quatro semáforos. 

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