Quarta, 17 Agosto 2022

PT terá chapa pura em Americana; bancário é o vice

PT terá chapa pura em Americana; bancário é o vice

O bancário aposentado Fernando Alvetti, 60, será o vice de Lurdinha Ginetti e o PT vai de chapa pura para a disputa das eleições em Americana. O anúnc

O bancário aposentado Fernando Alvetti, 60, será o vice de Lurdinha Ginetti e o PT vai de chapa pura para a disputa das eleições em Americana. O anúncio oficial ainda não foi feito e deve acontecer na convenção do partido, que será virtual e está marcada para domingo (13), mas o partido confirmou a informação nesta sexta-feira (11). 

“Tínhamos várias indicações, porém o Alvetti foi o companheiro que nos possibilitou o consenso por ter uma história de militância política no PT”, declarou Lurdinha à reportagem. 

Ele foi bancário por cerca de 30 anos em Americana e se disse muito contente de ter sido convidado para compor a chapa como pré-candidato a vice-prefeito pelo PT. 


“Eu fiquei feliz com a possibilidade de cumprir esse papel. A gente vem complementar essa chapa com a Lurdinha, vai ser muito interessante para nós”, disse Alvetti  ao TODODIA. 

Ele ressaltou que o partido deseja ampliar a atuação na Câmara e elevar o número de vereadores, para maior representatividade. 

Sobre o convite para ser vice, o bancário aposentado não poupou elogios à pré-candidata a prefeita pelo PT. “Também aceitei com muito gosto, porque temos a possibilidade de oferecer boas opções para o eleitor, uma chapa com uma mulher como candidata, com chance concreta de termos uma mulher comandando a Prefeitura de Americana. As mulheres têm uma forma de ver o mundo, uma visão diferente, melhor”, opinou. 

Lurdinha foi confirmada como pré-candidata do partido no fim de junho, em decisão do diretório municipal do PT em Americana. Quando Lurdinha foi anunciada, a direção do PT disse que o partido continua em diálogo com outras forças políticas do “campo progressista” na cidade. 

Lurdinha foi vereadora entre 2005 e 2008, pelo PDT.  Ela se filiou ao PT em 2015. Concorreu a uma vaga na Câmara no pleito do ano seguinte, mas não foi bem. Teve apenas 131 votos. 

Ela diz que, na época, não se empenhou na campanha porque, naquele momento, não tinha interesse pessoal no cargo, e que só atendia a um pedido da legenda para a composição da chapa. Ao longo dos últimos quatro anos, seu nome ganhou força dentro do partido. 

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