O Corinthians anunciou ontem a contratação do volante Douglas. O jogador de 21 anos, que defendia o Fluminense, assinou contrato com o clube paulista até julho de 2022. O valor da transação não foi divulgado.
Douglas realizou exames médicos na última segunda-feira. Aprovado, o atleta foi ao CT Joaquim Grava no dia seguinte para conhecer as instalações do clube. Na última quarta-feira, ele foi à Arena Corinthians assistir à vitória do Corinthians sobre o Botafogo.
O volante tinha contrato com Fluminense até o dia 23 de fevereiro de 2021. Apontado como uma das principais revelações do clube carioca nos últimos anos, Douglas despontou muito bem com a camisa tricolor, mas conviveu com problemas físicos que frearam sua evolução. Nesta temporada, ele jogou seis jogos pelo clube carioca no Campeonato Brasileiro.
No Corinthians, ele chega como um substituto de Maycon, que deixou o clube paulista rumo ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Renê Júnior passou a ocupar a posição depois da venda. Thiaguinho também é uma das opções do técnico Osmar Loss.
ESTILO CARILLE
O Corinthians voltou à rota de vitórias na base do estilo muito conhecido pela torcida. Na noite da última quarta-feira, o time de Osmar Loss mostrou traços da equipe de Fábio Carille para derrotar o Botafogo por 2 a 0 em Itaquera.
Como aconteceu diversas vezes na arrancada corintiana no primeiro turno do último Campeonato Brasileiro, o time corintiano saiu na frente no começo do jogo, recuou e aproveitou espaços dados pelo adversário para matar o jogo.
O Corinthians, por exemplo, acertou apenas três finalizações à meta do Botafogo, que conseguiu concluir oito vezes de forma correta. Cássio, com isso, tornou-se o melhor jogador da partida, com pelo menos cinco defesas complicadas.
O “saber sofrer” sempre enfatizado por Carille em suas coletivas voltou a dar o ar da graça novamente. Loss se mostrou satisfeito com o controle do jogo no primeiro tempo e ressaltou o velho estilo mostrado na etapa final.
“Foi uma temporada [a de 2017] que quase sempre saímos na frente e soubemos sofrer, talvez até mais que hoje”, lembrou Loss, que à época era auxiliar técnico de Carille.




