
A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem de 44 anos, conhecido como “Juninho”, durante a Operação “Monte Belo”, realizada na manhã de quarta-feira (9), no Jardim Campo Belo, em Campinas. A ação foi conduzida pela Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Americana.
A investigação começou após a Polícia Civil receber uma denúncia anônima que apontava “Juninho” como responsável pela aquisição, pelo armazenamento e pela distribuição de drogas. As informações indicavam ainda que uma chácara na Rua Noemia Ziccarelli, no Jardim Monte Belo, era usada para guardar os entorpecentes.
Movimentação chamou atenção
Durante as diligências, os policiais fizeram levantamentos de endereços, consultas a bancos de dados e vigilância velada no imóvel. Segundo a investigação, a equipe constatou movimentação frequente de pessoas e veículos na chácara, em uma dinâmica compatível com o armazenamento e a distribuição de drogas.
Os mandados foram cumpridos por volta das 6h. “Juninho” foi localizado dentro da residência situada no Jardim Monte Belo. No imóvel, os policiais apreenderam um celular, um iPad e uma caderneta com anotações manuscritas de contabilidade, que, de acordo com a Polícia Civil, continha registros compatíveis com o tráfico.
Também foram apreendidos um GM Cruze azul e R$ 10. Durante a abordagem, ainda segundo a polícia, o investigado informou espontaneamente que havia drogas guardadas na residência da mãe, no Jardim Santa Genebra, em Campinas.
Drogas estavam em outro endereço
Os policiais foram até o imóvel e encontraram quatro barras de “dry”, que totalizavam aproximadamente 400g, além de um papelote de cocaína com cerca de 2g. Todo o material foi levado para a sede da Dise de Americana, junto com o investigado.
Prisão foi ratificada
Diante dos elementos reunidos durante a investigação e das drogas encontradas, a prisão em flagrante de “Juninho” foi ratificada pelo crime de tráfico de drogas. Após os procedimentos policiais e o exame cautelar, ele foi encaminhado à Cadeia de Sumaré.
O homem permanecerá à disposição da Justiça para a audiência de custódia. A investigação também aponta a participação de um segundo suspeito, conhecido pelo apelido de “Batata”, que seria ligado à distribuição dos entorpecentes.
Investigação continua
O caso continua sob investigação da Dise de Americana.





