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TODODIA 4 de novembro de 2026
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Caciques Cunha, Collor e Jucá saem derrotados

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As eleições de 2022 tiveram sabor de derrota para alguns caciques influentes da política brasileira 

(Foto: Reprodução)

As eleições de 2022 tiveram sabor de derrota para alguns caciques influentes da política brasileira.

Um deles foi o carioca Fernando Collor (PTB), 73, que ocupou o Palácio do Planalto entre 1990 e 1992. Desde 2007, ele tem um assento no Senado, por Alagoas, estado onde fez carreira política, e se aproximou do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), de quem já foi crítico.

A ligação entre os dois se consolidou nos últimos anos: o senador marcou presença nas visitas do presidente a Alagoas e dividiu palanque com ele.

Foi com apoio de Bolsonaro que Collor tentou se eleger governador de Alagoas, cargo que já ocupou entre 1987 e 1989. Na campanha, ele compartilhou vídeos de pessoas que o apoiam, como o candidato ao Governo de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos). No entanto, amargou o terceiro lugar, com cerca de 15% dos votos válidos em Alagoas.

Pivô do impeachment de Dilma Rousseff, Eduardo Cunha (PTB-SP), 63, usou na campanha o slogan de que ia “tirar o PT de novo” do poder, numa referência a uma eventual vitória do ex-presidente Lula, mas não foi eleito deputado federal. Quem também tentou retornar ao Congresso, mas não teve sucesso foi Romero Jucá (MDB-RR), 67, senador entre 1995 e 2018.

Um dos mais influentes parlamentares dos governos do PT, ele foi vice-líder de governo com Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e líder de governo com Luiz Inácio Lula da Silva, que também o alçou a ministro da extinta pasta da Previdência Social.

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