Usuários de espaços públicos reclamam das condições dos brinquedos e cobram manutenção
Moradores de Santa Bárbara que utilizam parques infantis em praças da cidade têm reclamado das condições de segurança e conservação de algumas áreas. Além do mato alto, as atrações, na maioria que são feitas em madeira não possuem condições de uso. É o caso do parque localizado no Jardim Laudissi II. Da estrutura montada ao lado da pista de caminhada do parque, só restam os balanços, que apresentam peças enferrujadas e frouxas.
O escorredor, a casinha e a passarela suspensa que fazem parte do brinquedo faltam partes e já começam a ser cobertos pelo mato.
A dona de casa Maria Elaine Cardoso, mãe do pequeno Heitor, de seis anos, costuma frequentar o local com frequência, mas afirma que há muito tempo não permite que o filho se aproxime dos brinquedos. “É uma pena. Começaram e terminaram as férias escolares e o máximo que fizemos foi aqui neste espaço foi caminhar pela praça e jogar bola nesse campo aberto”, comenta.
“Eu trazia a minha filha aqui aos domingos, depois do almoço, mas não há como deixar ela brincar aqui hoje em dia”, diz Marcela da Silva Oliveira, mãe da Maria Sophia, de 7 anos. “Tem muita gente adulta que acaba vindo para a praça e usando o parque para beber à noite. Isso também colaborou com para quebras no parque”, opina.
A situação chamou a atenção do vereador Júlio César Santos da Silva, o Kifú (PL). O parlamentar diz ter visitado algumas das áreas depois de ter sido procurado por moradores que denunciaram a situação. São Joaquim, Parque Olaria, Parque do Lago, 31 de março e Conjunto Habitacional Roberto Romano.
“Em algumas situações, estes desgastes são consequências de atos de vandalismo, situação que vem prejudicando o lazer das nossas crianças e levando grande preocupação aos pais pela possibilidade de acidentes”, afirmou Kifú.
O episódio fez com que o vereador protocolasse requerimentos pedindo explicação à Prefeitura sobre os reparos e informações relacionadas aos equipamentos.
OUTRO LADO
A reportagem do TODODIA também questionou o Poder Executivo sobre a situação. Em nota, a prefeitura afirma que a secretaria de Meio Ambiente realiza, preventivamente e conforme a demanda, manutenção nos espaços que sofram com o tempo de uso e vandalismo, seguindo um cronograma. “A prefeitura lamenta todo tipo de vandalismo em áreas e bens públicos”, diz a nota.
A Administração Municipal informa ainda que a conta com o programa “adote uma área”, que pode ser utilizado por moradores, associações e empresas que queiram cuidar de um local específico.





