Estado apura descumprimento de protocolos sanitários contra a Covid-19 em unidades com funcionários fornecidos pelo Consórcio BHG Poupatempo Interior
As unidades do Poupatempo de Santa Bárbara d’Oeste e de Sumaré também se tornaram alvos de investigação interna da Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo) – empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo que administra o programa -, após novas denúncias de irregularidades na adoção de protocolos sanitários contra a Covid-19 em unidades com funcionários fornecidos pelo Consórcio BHG Poupatempo Interior.
Na última sexta-feira (28), a companhia informou a abertura de uma investigação interna para apurar se colaboradores da unidade de Americana, coordenados pelo Consórcio BHG, estariam sendo coagidos a trabalhar mesmo apresentando sintomas de síndromes gripais.
A empresa já é alvo de um procedimento administrativo instaurado pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) para verificar denúncias em Americana e Itatiba.
Segundo a Prodesp, as unidades de Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré estão no mesmo lote contratual da unidade de Americana. “Se alguma irregularidade for constatada, a Prodesp tomará providências cabíveis”, diz a nota enviada pela companhia sobre a investigação.
De acordo com a Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste, a Vigilância Sanitária do município recebeu um protocolo sobre a situação e enviará uma equipe ao Poupatempo na cidade para avaliar a situação da unidade.
A superintendente da Vigilância Sanitária de Sumaré, Denise Barja, afirma que não recebeu denúncias pelo serviço telefônico 156, mas que, diante do exposto pela reportagem do TODODIA, avalia uma visita para fiscalização na unidade do órgão na cidade. “Não descartamos uma visita à unidade, mas por enquanto não temos nada programado” disse.





